BOPE prende dois foragidos da Justiça em Macapá durante operações de combate ao crime organizado
Ações do GIRO resultaram na captura de condenado por tráfico investigado por estelionato e de homem sentenciado por estupro de vulnerável; prisões integram as Operações Brasil Contra o Crime Organizado e Protetor.
AF/ILUSTRATIVA Macapá (AP) – 28 de julho de 2026 – As forças de segurança do Amapá mantêm ofensiva permanente contra a criminalidade organizada. Em mais uma ação integrada, equipes do Grupo de Intervenção Rápida e Ostensiva (GIRO), do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), cumpriram dois mandados de prisão em diferentes pontos de Macapá. A operação foi coordenada pelo major Hércules Lucena, subcomandante do BOPE, no âmbito da Operação Brasil Contra o Crime Organizado e da Operação Protetor.
A primeira prisão ocorreu no bairro Perpétuo Socorro, após informações levantadas pelo setor de Inteligência da Polícia. Os militares localizaram José Guilherme Maciel Lima, de 23 anos, no interior de um veículo Chevrolet Cobalt prata, estacionado na Rua Raimundo Ramos dos Santos.
Durante a consulta aos sistemas de segurança, foi confirmado um mandado de prisão preventiva expedido pela 3ª Vara Criminal de Macapá. Conforme as investigações, o suspeito é acusado de aplicar golpes de estelionato que causaram prejuízo superior a R$ 15 mil por meio de fraudes em contratos de financiamento realizados com dados de terceiros. Além de ter deixado de atender às convocações da Justiça, passando à condição de foragido, ele também possui condenação anterior pelo crime de tráfico de drogas, circunstância que fundamentou a decretação da prisão preventiva.
Na segunda ocorrência, a equipe do GIRO atuou com base em informações compartilhadas pela Coordenadoria de Inteligência de Operações Policiais (CIOP) e pela 1ª Delegacia de Polícia de Laranjal do Jari. O alvo foi localizado na Avenida Mendonça Júnior e identificado como Adailton Lenon Almeida da Rocha, de 27 anos.
Contra ele havia um mandado de prisão definitiva pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal. O condenado deverá cumprir pena de nove anos de reclusão, em regime fechado.
Após as capturas, os dois presos foram encaminhados ao Centro Integrado de Operações em Defesa Social (CIOSP), no bairro Pacoval, onde permaneceram à disposição do Poder Judiciário para os procedimentos legais.
De acordo com as forças de segurança, as prisões reforçam a eficiência do trabalho integrado entre os setores de inteligência e as equipes operacionais, evidenciando o compromisso das instituições em localizar foragidos, enfraquecer organizações criminosas e garantir o cumprimento das decisões judiciais.
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Aldenor Filho – Diretor Jornalista




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