Operação “A Última Porteira” mira grupo suspeito de roubo de gado e comércio irregular de carne em Macapá
Polícia Civil cumpriu sete mandados em residências e açougues; armas, cerca de R$ 105 mil em dinheiro e uma Ram Dakota avaliada em aproximadamente R$ 400 mil foram apreendidos
SEJUSP - AF/ILUSTRATIVA Macapá (AP) – A Polícia Civil do Amapá deflagrou a Operação “A Última Porteira” contra um grupo investigado por suspeita de envolvimento em uma série de crimes relacionados ao roubo de gado, comércio de produtos de origem animal sem procedência e fiscalização, lavagem de dinheiro e falsificação de documentos.
A ação foi realizada por meio da 3ª Delegacia de Polícia de Macapá, sob coordenação do delegado Mauro Ramos, e contou com apoio de equipes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), Grupo Tático Aéreo (GTA), Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), Núcleo de Operações e Inteligência (NOI) e investigadores da Polícia Civil.

Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, simultaneamente, em residências e açougues da capital. Cinco pessoas são investigadas no âmbito da operação.
Durante as buscas, as equipes apreenderam três armas de fogo e munições, aproximadamente R$ 105 mil em espécie, um veículo Ram Dakota avaliado em cerca de R$ 400 mil, além de drone, celulares, documentos e outros materiais que serão submetidos à análise.

Além dos crimes patrimoniais e financeiros, a investigação apura a prática de abigeato — furto ou roubo de animais — e a possível comercialização de carne e outros produtos de origem animal sem comprovação de procedência e fiscalização sanitária.
A circulação desses produtos pode representar risco aos consumidores, uma vez que a ausência de controle impede a garantia das condições sanitárias e da origem da carne comercializada.
O material recolhido durante a operação será analisado tecnicamente. A Polícia Civil deverá aprofundar o rastreamento de documentos, aparelhos eletrônicos e movimentações relacionadas aos investigados, e novas medidas poderão ser adotadas conforme o avanço das investigações.
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Jornalista Aldenor Filho




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