Polícia Penal intercepta drone com pistola 9 mm destinada à Penitenciária Masculina do Amapá
Ação integrada frustra tentativa de abastecimento do presídio com armamento; sistema prisional registra sequência de apreensões de drogas e materiais ilícitos ao longo de julho.
PP-AP - AF/ILUSTRATIVA Macapá (AP) – 1º de agosto de 2026 – Uma ação rápida e coordenada da Polícia Penal do Amapá impediu, na madrugada deste sábado (1º), que uma arma de fogo fosse entregue a detentos da Penitenciária Masculina por meio de um drone. A operação reforça o avanço das estratégias de combate às organizações criminosas que tentam abastecer o sistema prisional com armamentos e outros materiais ilícitos.
A tentativa foi frustrada graças ao trabalho integrado das equipes de videomonitoramento, da Divisão de Operações com Drones (DEOD) e do plantão operacional da unidade prisional. Os agentes conseguiram localizar e apreender o invólucro lançado pela aeronave não tripulada antes que o material chegasse ao destino.
Durante a inspeção, os policiais encontraram uma pistola calibre 9 mm com a numeração suprimida (raspada), além de um carregador sem munição. Todo o material foi apreendido, a ocorrência registrada e os procedimentos legais adotados para subsidiar as investigações.
Sequência de apreensões reforça eficiência da fiscalização
A ocorrência deste sábado soma-se a outras ações bem-sucedidas realizadas pela Polícia Penal durante o mês de julho, evidenciando o fortalecimento dos mecanismos de segurança no sistema prisional do estado.
Na Colônia Penal, um custodiado que retornava de atividade de trabalho externo foi flagrado tentando ingressar na unidade transportando aproximadamente 600 gramas de entorpecentes escondidos nas roupas.
Já na Penitenciária Masculina, uma visitante foi presa em flagrante após tentar entrar com drogas ocultadas nas costuras das vestimentas durante o procedimento de acesso.
Segundo a Polícia Penal, os resultados refletem a eficiência dos sistemas de vigilância, da tecnologia empregada e da atuação permanente das equipes operacionais, que trabalham para impedir a entrada de armas, drogas, aparelhos eletrônicos e outros materiais proibidos nas unidades prisionais.
As investigações continuam para identificar os responsáveis pelo envio do armamento por drone e todos os envolvidos nas tentativas de abastecimento ilícito do sistema penitenciário do Amapá.
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Aldenor Filho – Diretor Jornalista




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