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Macapá ,17/07/2026

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Operação Mute não encontra celulares em presídio de segurança máxima e reforça eficácia do sistema prisional do Amapá

12ª fase da operação nacional mobiliza Polícia Penal, Senappen e equipes especializadas; resultado histórico na UPP José Eder evidencia fortalecimento das ações de inteligência e controle interno.


Operação Mute não encontra celulares em presídio de segurança máxima e reforça eficácia do sistema prisional do Amapá SEJUSP - AF/ILUSTRATIVA

Macapá (AP) – A 12ª fase da Operação Mute foi deflagrada nesta semana nas unidades prisionais do Amapá, reunindo esforços do Instituto de Administração Penitenciária do Estado (IAPEN) e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A iniciativa integra uma ação nacional voltada ao combate às comunicações ilícitas entre pessoas privadas de liberdade e integrantes de organizações criminosas em liberdade.

A primeira etapa da operação foi realizada na Unidade Policial Penal José Eder (UPPJE), considerada a principal unidade de segurança máxima do estado. Durante as buscas minuciosas realizadas nas dependências do presídio, nenhum aparelho celular ou material ilícito foi localizado, resultado considerado histórico pela administração penitenciária.

Segundo o diretor-presidente do IAPEN, Emerson Silva, o desfecho da operação demonstra a efetividade das medidas de segurança adotadas pela Polícia Penal no sistema prisional amapaense.

> “Esta operação demonstra o resultado de inteligência e trabalho integrado. A Polícia Penal atua com estratégia ampla no combate ao crime dentro do sistema prisional, e este resultado reflete o padrão de excelência que buscamos manter”, afirmou.

Os alvos da Operação Mute foram definidos com base em levantamentos produzidos de forma conjunta pelo IAPEN e pela Diretoria de Inteligência Penal (Dipen), da Senappen. A execução da ação contou ainda com o emprego de equipes especializadas da Polícia Penal do Amapá, entre elas o Grupo Tático Prisional (GTP) e a Divisão de Operações com Drones (DEOD), responsáveis por reforçar a segurança das revistas e da movimentação dos internos.


De acordo com o cronograma estabelecido nacionalmente, a Operação Mute seguirá nos próximos dias em outras unidades prisionais, mantendo o foco na retirada de meios de comunicação clandestinos, no enfraquecimento da atuação de organizações criminosas e no fortalecimento da ordem e da disciplina dentro do sistema penitenciário.

A operação reafirma o compromisso das forças de segurança com a modernização da inteligência penal e com o aperfeiçoamento contínuo das estratégias de enfrentamento ao crime organizado.

Portal AF News – Informação com credibilidade e responsabilidade

Aldenor Filho – Diretor Jornalista




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