Governo do Amapá reforça orientação para fluxo no atendimento de saúde no Hospital de Emergências
Levantamento da primeira quinzena de junho mostra que grande parte dos atendimentos realizados no Hospital de Emergência poderia ter sido resolvida na atenção básica ou nas unidades de pronto atendimento.
O hospital recebe diariamente pacientes com diferentes perfis clínicos, incluindo muitos casos de baixa complexidade que poderiam ser atendidos em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) O Hospital de Emergência (HE), em Macapá, tem registrado alta demanda de atendimentos nas primeiras semanas de junho, como a unidade é porta aberta e referência para casos de urgência e emergência em todo o estado, o hospital recebe diariamente pacientes com diferentes perfis clínicos, incluindo muitos casos de baixa complexidade que poderiam ser atendidos em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
O diretor do Hospital de Emergência, Djalma Guedes, destaca que a utilização adequada da rede de saúde é fundamental para garantir mais agilidade nos atendimentos. "O Hospital de Emergência é uma unidade de porta aberta e está preparado para atender casos graves e de urgência. No entanto, observamos que uma parcela significativa dos pacientes que procuram o hospital apresenta quadros de baixa complexidade, que poderiam ser resolvidos nas UBSs ou nas UPAs. Esse cenário se intensifica neste período de sazonalidade das síndromes respiratórias, aumentando a demanda e impactando diretamente os fluxos assistenciais", explicou.
Dados da primeira quinzena de junho apontam que uma parcela significativa dos atendimentos realizados na unidade foi classificada como de baixa complexidade, situação que contribui para o aumento do fluxo de pacientes e para a ocupação dos corredores, especialmente em períodos de maior circulação de vírus respiratórios. A média diária chega a mais 150 atendimentos considerados de pouca urgência, que em quinze dias chegam aproximadamente a 2.200 casos que poderiam ser resolvidos nas UPAs.

O gestor reforça que a rede estadual e municipal dispõe de serviços preparados para atender situações menos graves, contribuindo para desafogar o hospital e garantir que os pacientes em estado mais crítico recebam assistência no menor tempo possível.
"Quando os pacientes utilizam corretamente os serviços da rede, conseguimos garantir mais agilidade para quem realmente necessita de atendimento de urgência e emergência. Por isso, estamos reforçando a orientação à população sobre a importância de buscar a unidade mais adequada para cada situação de saúde", completou.
O Governo do Amapá segue monitorando o aumento dos casos de síndromes respiratórias e fortalecendo as ações de assistência em toda a rede de saúde, especialmente neste período de maior demanda por atendimentos.





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