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Macapá ,13/05/2026

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Governo do Amapá promove desenvolvimento rural, regularização fundiária e cidadania no Bailique

Moradores de seis comunidades na Ilha do Curuá recebem atendimentos integrados para o fortalecimento da agricultura familiar, extrativismo e pesca artesanal.

agenciaamapa.com.br
Governo do Amapá promove desenvolvimento rural, regularização fundiária e cidadania no Bailique A agenda no Bailique reforça o compromisso do Governo do Amapá com a inclusão social e o fortalecimento da economia verde

O Governo do Estado realiza uma ação integrada de desenvolvimento rural e regularização fundiária nas comunidades ribeirinhas do arquipélago do Bailique. A iniciativa leva serviços essenciais aos beneficiários dos Projetos de Assentamento de Desenvolvimento Sustentável (PAE) da região.

A iniciativa acontece por uma parceria entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap) e o Amapá Terras. O foco é a concessão e elaboração de projetos de crédito rural, atualização cadastral, regularização fundiária e assistência técnica para famílias que vivem da agricultura familiar, do extrativismo e da pesca.

Neste momento, as frentes de trabalho concentram-se nas comunidades de Itamatatuba e Jaburuzinho, beneficiando também moradores de Igarapé Grande, Ilhinha, Ponta do Curuá e Jangada, localizadas na Ilha do Curuá.

Maria Betânia, moradora da comunidade de Itamatatuba
Maria Betânia, moradora da comunidade de Itamatatuba
Foto: Sérgio Barbosa/Amapá Terras

Moradora da comunidade Itamatatuba, Maria Betânia destacou o impacto da chegada dos serviços ao setor ribeirinho.

“É muito importante ver esses serviços chegando até nós. Muitas famílias esperavam há anos por esse apoio para poder trabalhar com mais segurança e esperança de um futuro melhor para nossos filhos”, afirmou.

O representante da comunidade de Itamatatuba, Eliel Pereira Alves, ressaltou que a presença do poder público fortalece a confiança no desenvolvimento local. 

“Essas ações representam dignidade para as famílias da comunidade. A regularização e os atendimentos trazem esperança para quem vive da agricultura e do extrativismo, além de abrir portas para novos benefícios e investimentos”, destacou Alves.

Representante da comunidade de Itamatatuba, Eliel Pereira Alves
Representante da comunidade de Itamatatuba, Eliel Pereira Alves
Foto: Sérgio Barbosa/Amapá Terras

O casal de extrativistas Eldilceleia Rangel e Ecivaldo Sena, de Jaburuzinho, também enfatizou que a orientação técnica garante segurança para produzir. A presença das equipes evita que os ribeirinhos precisem se deslocar até a capital para buscar atendimentos básicos.

“Esse trabalho representa oportunidade para quem vive da terra e do rio. Com orientação e regularização, a gente ganha mais segurança para produzir e melhorar nossa qualidade de vida”, destacaram.

Casal de extrativistas Eldilceleia Rangel e Ecivaldo Sena, de Jaburuzinho
Casal de extrativistas Eldilceleia Rangel e Ecivaldo Sena, de Jaburuzinho
Foto: Sérgio Barbosa/Amapá Terras
Gilvan Cardoso, técnico do Incra
Gilvan Cardoso, técnico do Incra
Foto: Sérgio Barbosa/Amapá Terras

O técnico do Incra, Gilvan Cardoso, explicou que a regularização é uma etapa essencial para assegurar direitos.

“A partir dessa organização, os produtores conseguem acessar políticas públicas, crédito rural e programas de incentivo à produção de forma sustentável”, destacou.

O coordenador de Assentamentos e Quilombos do Amapá Terras, Sérgio Barbosa, reforçou a importância da integração entre os órgãos estaduais e federais.

“Nosso objetivo é levar cidadania e segurança jurídica para quem vive e produz nessas regiões mais afastadas, garantindo acesso à documentação e assistência técnica de qualidade”, pontuou o coordenador.

Coordenador de Assentamentos e Quilombos do Amapá Terras, Sérgio Barbosa
Coordenador de Assentamentos e Quilombos do Amapá Terras, Sérgio Barbosa
Foto: Sérgio Barbosa/Amapá Terras

Desenvolvimento Rural

A agenda no Bailique reforça o compromisso do Governo do Amapá com a inclusão social e o fortalecimento da economia verde nas comunidades tradicionais do estado.




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