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Macapá ,26/03/2026

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Governo do Amapá participa da celebração dos 75 anos do CNPq

Evento em Brasília reforça a parceria institucional e destaca o papel estratégico da ciência, da tecnologia e da inovação no desenvolvimento do estado e do país.

agenciaamapa.com.br
Governo do Amapá participa da celebração dos 75 anos do CNPq Cerimônia em Brasília (DF) marca os 75 anos do CNPq

O Governo do Estado do Amapá, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amapá (Fapeap), participou, na segunda-feira, 23, da celebração dos 75 anos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), realizada no Teatro Nacional de Brasília. O evento reuniu autoridades federais, gestores públicos, representantes das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) e membros da comunidade científica de todo o país, consolidando-se como um importante espaço de articulação institucional.

Durante a programação, foram destacados a trajetória histórica da ciência no Brasil, o papel estruturante do CNPq no desenvolvimento científico nacional e as perspectivas para a inovação e a pesquisa. Criado em 1951, o órgão é responsável pelo financiamento de pesquisas, concessão de bolsas e formação de pesquisadores, sendo peça-chave na consolidação do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

A participação da Fapeap no evento foi representada pelo diretor-presidente, Gutemberg Silva, que integrou a agenda como convidado institucional, reforçando a presença do Amapá em um espaço estratégico de articulação nacional.

“A presença da Fapeap nesta celebração reafirma o compromisso do Governo do Estado com o fortalecimento da ciência e da inovação como instrumentos de desenvolvimento regional”, destacou.

Manuelle Pereira, vencedora do Prêmio Jovem Cientista, Luciana Santos, ministra da Ciência e Tecnologia e Inovação do Brasil, Olival Freire, presidente do CNPq, e Gutemberg Silva, diretor-presidente Fapeap
Manuelle Pereira, vencedora do Prêmio Jovem Cientista, Luciana Santos, ministra da Ciência e Tecnologia e Inovação do Brasil, Olival Freire, presidente do CNPq, e Gutemberg Silva, diretor-presidente Fapeap
Foto: Equipe Fapeap

Silva também ressaltou a importância da parceria com o CNPq para a execução de políticas públicas no estado.

“O Amapá tem avançado na construção de uma política sólida de incentivo à pesquisa, e isso passa diretamente pela cooperação com instituições como o CNPq”, afirmou.

Ainda segundo o gestor, o momento também foi de reconhecimento institucional.

“Participar de um evento dessa magnitude e contribuir tecnicamente com o CNPq demonstra que o Amapá está inserido no cenário nacional da ciência, com protagonismo e responsabilidade”, completou.

A cooperação entre o CNPq e a Fapeap se materializa em programas estratégicos que impulsionam a produção científica no estado, como o Programa de Fixação de Jovens Doutores, o PPSUS (Programa Pesquisa para o SUS) e as Bolsas de Produtividade. Essas iniciativas contribuem diretamente para a formação de recursos humanos qualificados e para o desenvolvimento de soluções voltadas às demandas locais, especialmente em áreas como saúde, biodiversidade amazônica e desenvolvimento sustentável.

Durante a agenda em Brasília, Gutemberg Silva também atuou como avaliador da Bolsa de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico (DT) do CNPq, reforçando o reconhecimento técnico da instituição amapaense nos processos nacionais de avaliação científica.

Histórico do CNPq

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico foi criado em 1951, durante o governo do presidente Getúlio Vargas, em um contexto de fortalecimento das políticas nacionais de desenvolvimento científico e tecnológico no pós-guerra. Inicialmente denominado Conselho Nacional de Pesquisas, o órgão surgiu com a missão de promover e estimular a investigação científica e tecnológica no país, além de apoiar a formação de recursos humanos qualificados.

Um dos principais idealizadores do CNPq foi o almirante Álvaro Alberto, considerado um dos pioneiros da política científica no Brasil. Ele teve papel fundamental na defesa da soberania nacional em áreas estratégicas, como a energia nuclear, e na estruturação de uma base institucional para a pesquisa científica brasileira.

Ao longo das décadas, o CNPq ampliou significativamente sua atuação, tornando-se responsável por programas de bolsas de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado, além do financiamento de projetos de pesquisa em diversas áreas do conhecimento. A instituição também desempenhou papel central na internacionalização da ciência brasileira, promovendo intercâmbios e cooperações com centros de pesquisa no exterior.

Na década de 1980, com a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia, o CNPq passou a integrar uma estrutura mais ampla de governança da ciência no país, fortalecendo ainda mais sua atuação estratégica. Desde então, o órgão tem contribuído para a consolidação de políticas públicas voltadas à inovação, ao desenvolvimento tecnológico e à competitividade nacional.

Atualmente, o CNPq é reconhecido como uma das principais instituições de fomento à pesquisa no Brasil, sendo responsável por apoiar milhares de pesquisadores e projetos em todo o território nacional. Sua atuação tem sido fundamental para avanços científicos em áreas como saúde, agricultura, meio ambiente, tecnologia da informação e energias renováveis.

O Governo do Estado do Amapá, por sua vez, tem consolidado o incentivo à pesquisa como política pública, investindo na valorização da ciência, no fortalecimento das instituições e na promoção da inovação como eixo estratégico para o desenvolvimento sustentável do estado, em sintonia com as diretrizes nacionais lideradas pelo CNPq.

Auditório do Teatro Nacional (DF)
Auditório do Teatro Nacional (DF)




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