Guilherme Schimidt é ouro e país fecha Grand Slam de judô com 3 pódios


“Muito feliz pelo dia de hoje. Meu coração está repleto de gratidão por tudo que estou vivendo e, principalmente, por todo o processo que me trouxe até aqui”, publicou Schimidt, que deixou a categoria em que competia (- 81kg) no fim de 2024.
O ouro conquistado hoje em Budapeste teve clima de revanche: há quase quatro meses Schimidt foi vice-campeão ao superado por Boris Rutovic na final do Grand Slam de Astana (Cazaquistão). Para chegar ao combate decisivo pelo ouro, Schimidt enfileirou quatro vitórias seguidas neste domingo(13). Superou na estreia o norueguês Kornelius Eilertsen, que foi desclassificado com o terceiro shido (punição). Nas oitavas, o brasileiro venceu por ippon o egípcio Abdalla Abdelsamea e na fase seguinte derrotou o moldavo Mihail Latisev. Por último, Schimidt avançou à final ao desferir um yuko no golden score (tempo extra) sobre o bielorrusso Yahor Varapayeu na semi.
O Brasil terminou o Grand Slam de Budapeste em quarto lugar na classificação geral, atrás de Japão, Russia e Israel. A delegação verde e amarela contou com 17 judocas na competição, que reuniu mais de 500 atletas de 70 países. Os campeões asseguraram 1000 pontos no ranking mundial, parâmetro para a classificação à Olimpíada de Los Angeles 2028.




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