Policial civil é morto a tiros durante ataque em área de lazer na Zona Sul de Macapá
Manoel Raimundo Leite dos Santos estava de folga com a família quando foi surpreendido por criminosos; força-tarefa foi mobilizada para identificar e prender os autores
PC-AP - AF/ILUSTRATIVA Macapá (AP) – Um crime de extrema violência abalou a segurança pública do Amapá na tarde deste domingo (26). O policial civil Manoel Raimundo Leite dos Santos foi morto a tiros enquanto passava momentos de lazer com familiares em um balneário localizado no bairro Araxá, na Zona Sul da capital.
De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil do Amapá, Daniel Marsili, o agente estava de folga quando foi surpreendido por suspeitos armados. Durante a ação criminosa, Manoel Raimundo reagiu à abordagem, mas acabou sendo atingido por disparos de arma de fogo. Apesar dos esforços, ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Equipes da Polícia Científica do Amapá realizaram a perícia na cena do crime, enquanto o corpo foi removido para os procedimentos legais. A investigação foi imediatamente assumida pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que atua em conjunto com uma força-tarefa especial criada para localizar, identificar e prender os responsáveis pelo assassinato.
Em nota oficial, a Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) lamentou profundamente a morte do servidor e garantiu resposta rigorosa das forças de segurança.
«"O policial civil Manoel Raimundo Leite dos Santos foi assassinado covardemente. A Sejusp mobiliza toda a sua estrutura operacional e de inteligência para localizar os autores deste crime. Nenhuma ação contra agentes do Estado será tolerada, e este fato não ficará impune."»
Manoel Raimundo era reconhecido pela dedicação ao serviço público e pelo comprometimento com a segurança da população. Durante anos atuou no município de Calçoene, onde conquistou o respeito de colegas de profissão e da comunidade pelo trabalho desempenhado. Fora da atividade policial, era apaixonado por futebol e valorizava os momentos de convivência com amigos e familiares.
A Sejusp informou que todas as estruturas de inteligência e investigação permanecem mobilizadas para elucidar o crime e responsabilizar os envolvidos. A pasta também anunciou que o secretário César Augusto Vieira deverá conceder entrevista coletiva nas próximas horas para apresentar novas informações sobre as investigações e as medidas adotadas após o homicídio.
O assassinato do policial civil provocou forte comoção entre integrantes das forças de segurança e reacende o alerta para a violência contra agentes públicos no estado.
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Aldenor Filho – Diretor Jornalista




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