DENARC desarticula esquema de tráfico comandado por interno do IAPEN e prende dois suspeitos em Macapá
Investigação da Polícia Civil identificou organização criminosa que atuava em quatro bairros da Zona Norte; cerca de um quilo de drogas, balanças de precisão e uma motocicleta foram apreendidos durante a operação.
PC-AP - AF/ILUSTRATIVA Macapá (AP) – A Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (DENARC), desarticulou uma estrutura criminosa voltada ao tráfico de drogas que, segundo as investigações, era comandada por um interno do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (IAPEN). A operação resultou na prisão em flagrante de dois homens, de 18 e 24 anos, pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
As diligências foram realizadas nos bairros Renascer e Pantanal, na Zona Norte de Macapá, após trabalho de inteligência que apontou a atuação do grupo criminoso também nos bairros Infraero e São Lázaro.
Durante a operação, os policiais localizaram um imóvel no bairro Pantanal utilizado simultaneamente como depósito de entorpecentes e ponto de reciclagem. No local, foi preso o investigado de 24 anos. Conforme a apuração da DENARC, o suspeito de 18 anos era responsável pela distribuição das drogas, utilizando uma motocicleta para agilizar a entrega dos entorpecentes.
Na ação, foram apreendidos aproximadamente um quilo de drogas, entre maconha e cocaína, além de balanças de precisão, materiais utilizados na preparação e comercialização dos entorpecentes e a motocicleta empregada na logística da atividade criminosa.
De acordo com a Polícia Civil, o homem de 24 anos já cumpre pena por condenação anterior relacionada ao tráfico de drogas e agora responderá também pelos novos crimes. Já o interno do IAPEN, apontado como líder da organização criminosa, foi identificado e também será responsabilizado criminalmente.
Os dois presos serão apresentados em audiência de custódia e permanecerão à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil informou ainda que já requereu a conversão das prisões em flagrante para prisão preventiva, visando garantir a continuidade das investigações e impedir a atuação da organização criminosa.
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Aldenor Filho – Diretor Jornalista




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