Polícia Civil procura dois foragidos da Operação Boleto Fantasma por fraude que causou prejuízo superior a R$ 5 milhões no Amapá
Investigados por estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro são apontados como integrantes de esquema que utilizava sites falsos para desviar pagamentos de contas de energia
FOTOS: PC-AP - AF/ILUSTRATIVA Macapá – AP – A Polícia Civil do Amapá (PC-AP), por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DR-CCIBER), intensificou as buscas por dois investigados apontados como integrantes da organização criminosa alvo da Operação Boleto Fantasma. Segundo as investigações, o grupo é responsável por um esquema de fraudes eletrônicas que provocou prejuízo superior a R$ 5 milhões a vítimas em diversas regiões do estado.

Os foragidos são Mauro Mayer de Castro Oliveira, de 36 anos, e Marcos Vinicius Souza Takahashi, de 30 anos. Ambos possuem mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça e são considerados foragidos.

De acordo com o delegado Breno Esteves, titular da DR-CCIBER, os investigados respondem pelos crimes de estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. As investigações apontam que eles integravam um grupo especializado em fraudes financeiras praticadas por meio da internet.
Conforme apurado pela Polícia Civil, a organização criminosa criava páginas falsas que reproduziam a aparência do site oficial utilizado para emissão da segunda via de contas de energia elétrica no Amapá. Ao acessar esses endereços fraudulentos, as vítimas eram induzidas a efetuar o pagamento por boleto bancário, Pix ou QR Code.
No entanto, os valores não eram destinados à concessionária de energia, mas sim direcionados para contas controladas pelos integrantes da organização criminosa, causando expressivos prejuízos financeiros aos consumidores.
A DR-CCIBER solicita a colaboração da população para localizar os dois foragidos. Qualquer informação sobre o paradeiro de Mauro Mayer de Castro Oliveira e Marcos Vinicius Souza Takahashi pode ser repassada, de forma anônima, pelo WhatsApp da especializada, no número (96) 99189-2860.
A Polícia Civil reforça que o sigilo do denunciante é garantido, sendo fundamental a participação da sociedade para o avanço das investigações e o cumprimento dos mandados de prisão.
As autoridades orientam ainda que a população redobre a atenção ao acessar sites para emissão de boletos e efetuar pagamentos, verificando sempre se o endereço eletrônico é oficial e desconfiando de páginas que apresentem qualquer irregularidade.
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Jornalista Aldenor Filho




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