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Macapá ,25/06/2026

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Governo do Amapá leva formação do Programa Escola da Terra até Distrito do Pacuí

Capacitação é voltada para o aperfeiçoamento de professores e implantação de projetos na área rural de Macapá.


Governo do Amapá leva formação do Programa Escola da Terra até Distrito do Pacuí Professores de oito escolas de áreas rurais participaram de capacitação

O Governo do Amapá encerrou na quarta-feira, 24, mais um ciclo de formação do Programa Escola da Terra. Desta vez, a iniciativa foi realizada no Distrito do Pacuí, na Escola Família Agrícola, alcançando professores do ensino fundamental I (do 1º ao 5º ano) de oito escolas da área rural de Macapá.

O programa é realizado em parceria estratégica com a Universidade Federal do Amapá (Unifap) e o Instituto Federal do Amapá (Ifap), vinculado ao Governo Federal. Diversos ciclos já foram realizados este ano, beneficiando quase 180 profissionais do campo.

Segundo a gerente do Núcleo de Educação do Campo, Eliana Barbosa, a iniciativa busca o fortalecimento de práticas pedagógicas específicas das regiões, pensadas e realizadas a partir das realidades de cada região.

Eliana Barbosa, gerente do Núcleo de Educação do Campo
Eliana Barbosa, gerente do Núcleo de Educação do Campo
Foto: Joyce Batista/Seed

“Essa parceria entre os entes federais visa justamente atender especificamente as escolas do campo, das águas e das florestas, que tem um pouco mais dificuldade de acessar formações específicas para atuar nessas escolas. Então, nessa perspectiva, o Governo Federal lança a política e as redes estaduais e municipais fazem a adesão para que efetivamente seja realizada a formação. É importante enfatizar que, de fato, a gente está conseguindo chegar nos territórios e garantir para além das estruturas, formações na perspectiva da valorização do território”, explica a gerente.

A professora Orlete da Conceição, que atua na Escola Estadual Olendina Ferreira do Rosário, na comunidade de Carobal, elogia a iniciativa e agradece o apoio que reflete no dia a dia em sala de aula

Orlete da Conceição, professora da Escola Estadual Olendina Ferreira do Rosário
Orlete da Conceição, professora da Escola Estadual Olendina Ferreira do Rosário
Foto: Joyce Batista/Seed

“Essa formação é de fundamental importância porque agrega muito conhecimento na nossa prática, nos trazendo muito conhecimento para que a gente possa aplicar lá com as nossas crianças. Eu só tenho a agradecer ao governador Clécio porque nunca houve uma formação como essa, e está sendo de uma serventia maravilhosa, importantíssima. A gente se sente valorizado com um curso desse, com profissionais de excelência”, afirma Orlete.

Aproximando realidades

O também professor Joniel Costa, da Escola Estadual Maria Oneide Pereira dos Reis, reconhece a inovação da capacitação do Programa Escola da Terra, uma vez que incentiva as escolas a educarem os alunos com diferentes métodos, se aproximando da realidade vivida pelo aluno.

Joniel Costa, professsor da Escola Estadual Maria Oneide Pereira dos Reis
Joniel Costa, professsor da Escola Estadual Maria Oneide Pereira dos Reis
Foto: Joyce Batista/Seed

“O programa vem trazer um aprendizado inovador para a gente, abrindo um leque de oportunidades e de metodologias que eu não utilizava dentro do meu contexto escolar e que agora eu estou utilizando. Por exemplo, metodologias de alfabetização através das espécies nativas de plantas, animais e frutas. Então, estamos compreendendo o que é favorável para levar para nossa comunidade, para que a gente possa desenvolver um aprendizado mais intenso”, explica o professor.

Práticas pedagógicas

Todas as atividades e projetos criados durante a formação são acompanhados de forma contínua pelo programa através de tutores, que ficam à disposição das escolas para auxílio pedagógico. O tutor Tomaz dos Santos explica a importância desse suporte.

Tomaz dos Santos, tutor do Programa Escola da Terra
Tomaz dos Santos, tutor do Programa Escola da Terra
Foto: Joyce Batista/Seed

“A formação do Programa Escola da Terra acontece em ciclos, e agora já estamos no terceiro. É um trabalho importante para as escolas do campo porque é uma formação continuada em serviço e eles estão vendo temáticas voltadas à realidade que são deles, além de rever os conceitos e práticas pedagógicas. Nós vimos que eles realmente têm toda uma preocupação em planejar, se organizar e trazer o conhecimento da comunidade para fortalecer a identidade dos povos e isso reflete na aprendizagem dos alunos”, comenta Tomaz.




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