Governo do Amapá promove 3º Seminário de Prevenção da Mortalidade Materna
Evento reúne especialistas, instituições e profissionais da saúde para fortalecer estratégias de enfrentamento, qualificação da assistência e redução dos óbitos no estado.
O seminário reforça as políticas públicas do Governo do Amapá voltadas à saúde da mulher O Governo do Estado realizou nesta quinta-feira, 28, a 3ª edição do Seminário de Prevenção da Mortalidade Materna do Amapá. O evento teve como objetivo fortalecer o debate sobre a rede de atenção à saúde da mulher, reunindo instituições, especialistas e profissionais da área para discutir estratégias de enfrentamento e qualificar a assistência prestada a gestantes e puérperas.
Promovida pelo Comitê Estadual de Prevenção da Mortalidade Materna, Infantil e Fetal, a iniciativa amplia a discussão sobre os desafios enfrentados na Região Norte, onde os índices de mortalidade atingem, principalmente, mulheres negras e indígenas. O encontro também reforçou a importância da qualificação profissional e da integração entre os serviços para garantir um atendimento humanizado, seguro e resolutivo.

A secretária adjunta de Atenção à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Macelir Kobayachi, destacou o empenho da gestão em aprimorar a rede materno-infantil em todas as regiões do estado.

“Discutir a mortalidade materna é reafirmar o compromisso do Governo do Estado com a vida das mulheres. Estamos trabalhando para fortalecer a rede de atenção, ampliar o acesso aos serviços e garantir uma assistência mais segura para gestantes e puérperas em todo o Amapá”, ressaltou a secretária.
Com atuação permanente e reuniões mensais, o comitê se consolidou como um espaço de articulação interinstitucional e intersetorial. O grupo reúne representantes da Sesa, Ministério Público (MP-AP), hospitais, secretarias municipais e instituições parceiras para subsidiar e fortalecer as políticas públicas voltadas ao setor.
Para a diretora do Hospital da Mulher Mãe Luzia (HMML), Cristiane Barros, o seminário é fundamental para alinhar condutas desde o pré-natal até o puerpério.

“Momentos como esse são fundamentais para alinharmos estratégias, compartilharmos experiências e reforçarmos a importância de uma assistência qualificada. Discutir o tema é fortalecer o cuidado e garantir uma rede mais preparada para acolher e atender com segurança”, afirmou.
A enfermeira técnica da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), Elen Dias, ressaltou que a integração de forças ajuda a identificar gargalos e construir fluxos mais eficazes de atendimento, sendo essencial para reduzir os óbitos e salvar vidas no Amapá.

“Quando reunimos profissionais, instituições e serviços para discutir a mortalidade materna, conseguimos identificar desafios e construir estratégias mais eficazes para garantir um atendimento seguro e humanizado. Esse trabalho integrado é essencial para reduzir os óbitos e fortalecer a rede de cuidado às gestantes e puérperas no Amapá”, destacou Elen Dias.
A juíza Alaíde de Paula, presidente do Comitê Estadual, reforçou o papel estratégico do seminário como espaço de análise e construção de medidas preventivas.

“Cada caso precisa ser analisado cuidadosamente, destacando o que poderia ter sido evitado. Temos um compromisso com a vida, com a dignidade e com a qualidade da atenção prestada às mulheres, gestantes e puérperas, em alinhamento com as diretrizes nacionais”, finalizou a magistrada.
O seminário reforça as políticas públicas do Governo do Amapá voltadas à saúde da mulher, promovendo a integração entre os serviços de saúde, a qualificação profissional contínua e a busca pela melhoria dos indicadores assistenciais no estado.





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