Amapá fortalece articulação com setor de óleo e gás para atrair investimentos
Empresários do Rio de Janeiro visitam o estado e conhecem oportunidades ligadas à Margem Equatorial e ao ambiente de negócios amapaense.
Empresários do Rio de Janeiro visitam o estado e conhecem oportunidades ligadas à Margem Equatorial O Governo do Estado mantém posição firme de defesa e apoio ao setor de óleo e gás e vem adotando diversas iniciativas voltadas a estabelecer conexões com as oportunidades emergentes da cadeia produtiva na Margem Equatorial, considerada uma das novas fronteiras energéticas do país. Entre as medidas, o Amapá recebeu a Missão Empresarial da Rede Petro Bacia de Campos (RJ), entre os dias 3 e 5 de março.
Durante a programação do evento, que ocorreu na Sala do Conhecimento do Sebrae Amapá, em Macapá, o diretor de Atração de Investimentos da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá), Antônio Batista, participou dos painéis “Projetos e Serviços Empresariais” e “Oportunidades no Setor de Óleo e Gás”, apresentando a visão e o posicionamento estratégico da gestão estadual sobre o cenário econômico, as projeções de desenvolvimento e as possibilidades de investimentos no território amapaense.
“Receber esses empresários aqui faz parte do nosso papel de apresentar os diferenciais competitivos do Amapá e incentivá-los a trazer negócios para o estado. No entanto, é importante destacar que nossa prioridade são os empresários amapaenses e aqueles que residem aqui. Nos últimos meses, temos atuado para conectá-los com empresas do setor, melhorar a infraestrutura logística e promover cursos de capacitação profissional. Também vamos atuar para capacitá-los como fornecedores para o setor de óleo e gás. Mas o mercado de petróleo é aberto e será comum recebermos empresas de outros estados e países. Nossa apresentação já mostrou aos visitantes que o Amapá tem um ambiente de negócios favorável ao crescimento e à recepção de novos empreendimentos. Os atrativos fiscais colocam o mercado amapaense em posição de destaque no cenário nacional, e a classe empresarial precisa saber disso”, destacou Batista.

Antônio Batista enfatizou ainda que a proposta é promover a integração entre empresas de fora e de dentro do estado com o setor produtivo local, ampliando parcerias e identificando demandas e soluções para possíveis futuros negócios.
“Nós estabelecemos um planejamento que inclui, além de ações efetivas que resultaram na obtenção da licença para pesquisa na Margem Equatorial, todo o suporte necessário para quem deseja investir no estado. Isso passa, necessariamente, por mostrar a todos o que é o Amapá, com todas as suas particularidades econômicas, sociais e, principalmente, ambientais, que o tornam diferenciado entre os entes federativos”, concluiu o diretor.
A agenda incluiu, além de seminário institucional, visitas técnicas a estruturas logísticas estratégicas e rodadas de negócios com empresários locais.





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